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Talita Serafim, de 11 anos, foi encontrada estrangulada em Jaboticabal
04/06/2007 por EPTV - Foto: F.L.PITON/ A Cida

Câmeras de segurança podem ajudar a polícia de Monte Alto nas investigações da morte de uma menina de 11 anos. O corpo de Talita Maria Serafim, de 11 anos, foi encontrado na noite de sábado num canavial em Jaboticabal. A menina, que morava em Monte Alto, estava desaparecida desde o sábado anterior (19). Talita morreu estrangulada.
Segundo o delegado de Monte Alto, Antônio Carlos Barros de Melo, as condições do corpo mostravam que a menina teria morrido há vários dias, possivelmente no final de semana em que foi raptada.
O estágio de decomposição do corpo, segundo o delegado, não permitiu a confirmação de abuso sexual. Mas esta é a hipótese levantada pela família e pela própria polícia.
De acordo com uma parente da menina, que foi chamada a reconhecer o corpo, Talita aparentava ter sofrido tortura. O cadáver teria marcas de cortes e de queimaduras.

Rapto
No final de semana em que desapareceu, Talita saiu de casa para passear na praça Dr. Luiz Zacharias de Lima, no calçadão do Centro. Sua mãe havia viajado para recolher latas de alumínio em Vista Alegre do Alto e deixou a filha sob os cuidados dos avós.
Uma câmera de segurança filmou Talita na ida e na volta à praça. A imagem da volta foi feita às 19h32 do sábado.
Talita, que aparece na imagem com tipóia no braço, acena para a câmera antes de sair de quadro. Segundo o delegado de Monte Alto, a faixa usada para segurar o braço machucado se transformou na arma usada para estrangular a menina.
A câmera de segurança que fez as últimas imagens da menina com vida está fixada em um imóvel que fica a três quarteirões da casa de Talita. A família crê que ela tenha sido raptada nesse trecho final.
Segundo uma prima de Talita, a menina, na semana anterior ao seu desaparecimento, teria sofrido aliciamento de uma ambulante que trabalha no calçadão. A mulher teria tentado convencer Talita a manter relações sexuais com um homem em troca de sorvete.
Barros de Melo ouviu a ambulante, que desmentiu o aliciamento. Mas o delegado suspeita que Talita estivesse se prostituindo:
“Ou ela concordou em sair, ou o homem botou ela na marra dentro do carro, o que seria muito mais difícil. Acho que ela foi por vontade própria e lá alguma coisa deu errado. Para mim, foi estupro seguido de morte”, afirmou o delegado, que ainda não tem pistas do assassino.

Família agora pede
por justiça
“Só espero que a polícia encontre esse monstro, porque nem homem ele não é, é um monstro”, diz a mãe, Maria Emília Serafim, em frente à casa simples onde mora na Vila Municipal.
O pai de Talita, Antônio Luís Antunes, tem hoje outra família. Na semana que passou, procurou pela filha a esmo, andando de moto por Monte Alto e cidades vizinhas. Ontem, ao ver de novo as imagens da filha feitas por uma câmera de segurança, caiu em choro desbragado.
Inconsoláveis estão também os avós maternos de Talita, Oscalino e Emília, de 87 e 86 anos. Eles tomavam conta da menina no dia em que ela saiu para dar seu último passeio.


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